área de alunos - clique aqui para acessar
No momento há 0 usuários e 9 visitantes online.Veja quem já se cadastrou

Sala de Visitas

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE RADIOTERAPIA

INFORMAÇÕES DA SBRT

Leia Mais

Avisos

ESPAÇO DA CULTURA

Teatro e Cinema
por
Tr.Fernanda Costa

Abaixo Links da programação
Cinema
www.guiadasemana.com.br/rio-de-janeiro/cinema
Teatral
www.canalteatro.com.br

 

 

Aqui tentamos ajudar em suas pesquisas em radiodiagnostico, sejam bem vindos.

Imprimir esta páginaImprimir esta página
As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias  de que precisam e, quando não as encontram, as criam.

  

 

 

Que este site te ajude em sua caminhada.

Planos e linhas da cabeça

Introdução

Saber reconhecer as estruturas anatômicas é fundamental para uma boa interpretação radiográfica. Demonstraremos aqui as principais estruturas anatômicas.

Constituição do crânio

1. Neurocrânio 

Ossos 

- 1 frontal

- 2 parietais

- 2 temporais

- 1 occipital,

- 1 esfenóide

- 1 etmóide.

 

2. Esqueleto da face

Ossos 

- 2 lacrimais

- 2 nasais

- 2 maxilas

- 2 zigomáticos

- 2 palatino

- 2 corneto inferior (concha nasal inferior)

- 1 mandíbula

- 1 vômer.

 

Osso Frontal

O osso frontal é um osso ímpar o crânio formando a calota craniana,sendo a sua localização ântero superior. É um osso chato (ou largo).Está localizado na porção anterior do crânio, superiormente ao maciço facial. O osso frontal apresenta duas caras: uma, posterior e côncava, a cara interna (endocranial ou cerebral). A outra, anterior, angulosa e projetada para frente, a cara externa (exocranial ou cutânea). Na cara externa podemos notar a glabela, escama do frontal, sutura frontal, crista orbitonasal, borda supraorbitária, borda nasal, eminencia frontal, espinha nasal e etc.

  

Ossos Parietais

Os ossos parietais (do latim: parede) formam os lados e a abóboda craniana. É um osso par, possuindo dois lados: esquerdo e direito. Este lados são unidos pela sutura Sagital. É um osso achatado. Articula-se com o outro osso parietal, o frontal, o temporais, e o occipital.

 

    

Osso Temporal

O osso temporal é um osso par que forma as laterais do crânio ou têmporas. É um osso irregular e situa-se ínfero-lateralmente. Situa-se na região lateral e inferior do crânio, constituem as paredes laterais do crânio e na sua cavidade timpânica localizam-se os 3 ossos do ouvido médio. A saliência óssea atrás da orelha chama-se Apófise Mastóide.

 

Osso occipital

O osso occipital está localizado na parte posterior do crânio e articula-se com os ossos parietais, temporais e esfenóide, bem como com a primeira vértebra cervical - o atlas. É dividido em quatro partes: uma basilar, uma escamosa e duas laterais.

O principal acidente anatômico encontrado é o forame magno, situado ântero-medialmente na base do osso occipital. A região delimitada pelo forame, além de ser o local de comunicação entre a cavidade craniana e o canal vertebral, é também onde a medula espinhal se converte em medula oblonga - contínua com o bulbo do tronco encefálico. Pelo forame magno passam as meninges, raízes espinhais do XI par craniano (nervo acessório), ramos meníngeos do primeiro ao terceiro nervos cervicais, artérias vertebrais e artérias espinhais.

 

 

Osso esfenóide

 

O osso esfenóide é um osso situado na base do crânio na frente das partes temporal e basilar do osso occipital. Apresenta um formato semelhante a uma borboleta ou morcego com as asas estendidas.

O osso esfenóide conecta-se com os ossos:

•Frontal

•Parietal

•Temporal

•Occipital

•Zigomáticos

•Maxilas

 

Forames e fissuras

 

•Canal óptico - nervo óptico e artéria oftálmica

•Forame redondo - nervo maxilar 

•Forame oval - nervo mandibular, artéria meníngea acessória

•Forame espinhoso - artéria meníngea média

•Canal pterigóide

•Juntamente com o osso frontal:

 

 

Sela Turca (Sela Túrcica)

Em uma posição lateral verdadeira, a sela turca teria aparência similar à da Figura. Deformidade da sela turca é frequentemente o único indício de uma lesão intracraniana; logo, a radiografia da sela turca pode ser muito importante. A depressão da sela turca e o dorso da sela são mais bem vistos no perfil. Os processos clinóides anteriores são anteriores e superiores a sela turca, e os processos clinóides posteriores são vistos como pequenas extensões localizadas acima do dorso da sela.

 

                                            

Osso etmoide

 

Etmóide é um osso ímpar e mediano que, juntamente com o frontal, os parietais, os temporais, o occipital e o esfenóide, contribui para formar a cavidade craniana e a cavidade nasal.

O etmóide é um osso denominado curto, uma vez que a sua altura, comprimento e largura se equivalem harmoniosamente, não havendo predomínio de nenhuma destas dimensões. Este osso localiza-se na base do crânio, mais concretamente, na zona anterior medial.A lâmina horizontal é também chamada lâmina crivosa devido aos crivos (orifícios) que possui. Em sua face superior, separada pela crista etmoidal, a lâmina horizontal apresenta dois canais olfativos, onde estão alojados os bulbos olfativos. Por sua vez, esses canais apresentam-se perfurados por diversos outros orifício (daí o nome "lâmina crivosa"), chamados forames da Lâmina cribriforme (ou crivosa). Dentro destes orifícios passam os filetes nervosos olfativos.A face inferior dessa lâmina horizontal contribui para formar a parede superior da fossa nasal.A lâmina vertical atravessa perpendicularmente a lâmina horizontal e, por isso é dividida para estudo em duas porções, sendo a que fica acima da lâmina horizontal a própria crista etmoidal e a que fica por baixo a lâmina perpendicular do etmóide. A crista etmoidal ou apófise da "crista gali" encontra-se na zona superior e está em contacto com o osso frontal, estando portanto na zona da cavidade craniana. A lâmina perpendicular encontra-se na zona inferior, apresentando duas faces laterais que contribuem para a formação da parede medial da cavidade nasal. Deste modo, a lâmina perpendicular vai separar a cavidade nasal em duas fossas nasais, e ao articular-se com os ossos nasais, a espinha nasal e a cartilagem origina o septo nasal, estrutura separadora das duas narinas.As massas laterais apresentam uma forma cuboidal (seis faces), sendo a face superior articulada com o bordo da incisura etmoidal do frontal e apresentando semi-células, que juntamente com as semi-células do bordo da incisura etmoidal do frontal, formam as células etmoidais anteriores, sendo a maior e mais anterior denominada de infundíbulo, que, por sua vez, será o elo de ligação entre a fossa nasal e o seio frontal. A face inferior se articula com a parte média do bordo superior da maxila e apresenta um meato nasal médio. A face anterior se articula com a face posterior do osso lacrimal. A face posterior se articula com a face anterior do corpo do esfenóide. a face lateral ou lâmina orbital contribui para a formação da parede medial da cavidade orbital. A face medial, assim como a face superior, apresenta muitos acidentes anatômicos, sendo os mais importantes as conchas nasais média e superior, que por sua vez dão origem, em suas faces laterais, aos meatos nasal superior, que desemboca no seio esfenoidal, e médio que desemboca tanto no seio frontal, através do infundíbulo, como no seio maxilar.

    

                                 
 
 
 

Osso lacrimal

O osso lacrimal, o menor e mais frágil osso da face, está situado na porção anterior da parede medial da órbita. Ele tem duas superfícies e quatro bordas. 

 
 
                   
 
 

Ossos nasais

Os ossos nasais são dois pequenos ossos oblongos, variando de tamanho e forma conforme a pessoa e sua idade. Eles tão dispostos lado a lado na porção média e superior da face, e formam, através de sua união, "a ponte" do nariz.

 
 
                       
 
 
 

Osso maxilar

Nos mamíferos, o maxilar é a estrutura da região frontal do crânio que suporta os dentes superiores e forma uma parte do palato, da cavidade nasal e da órbita. É formada por dois ossos geminados – as maxilas - que, nas extremidadesrostrais (na linha média), articulam-se entre si em sínfise (fixa) e, nas restantes superfícies recebe os ossos nasais, palatino, etmóide, frontal e, nas regiões laterais, com os zigomas (as “maçãs do rosto”). A má formação da sutura mediana das maxilas provoca o defeito conhecido como lábio leporino, no homem. Cada maxila contém, da parte mediana à posterior, onze alvéolos para a inserção dos dentes, respectivamente: três alvéolos, que aumentam de tamanho do primeiro para o terceiro, para o engaste dos incisivos; um alvéolo canino, bastante profundo; quatro alvéolos pré-molares e três molares. Estes números referem-se à boca dum mamífero com dentição completa; nos vários grupos de mamíferos, os números variam, tendo evoluído de acordo com o tipo de alimentação.          

 

                                 

 

 

Osso zigomático

O osso zigomático é um osso par do crânio humano. É achatado, de forma quadrangular, apresentando 2 faces, 4 bordos e 4 ângulos.Se articula com a maxila, osso temporal, a grande asa do osso esfenóide e o osso frontal. Forma parte da órbita e geralmente é referido como o osso da bochecha ou osso malar. Está situado acima e lateralmente na face: forma a proeminência da bochecha, parte da parede lateral e assoalho da órbita, e partes das fossastemporaleinfratemporal. Apresenta o forame zigomaticofacial na sua face externa. Na face interna apresenta o orifício zigomatico-temporal do canal têmporo-malar. A apófise orbital (Processusorbitalis) situa-se no bordo ântero-superior. O bordo póstero-superior apresenta o tubérculo marginal. O bordo póstero-inferior dá inserção ao músculo masseter.


                        

 

 

 

 

Concha nasal

Concha nasal (ou sistema turbinado) é uma protuberância óssea na parede lateral da fossa nasal. As conchas nasais estão localizadas lateralmente nas cavidades nasais, curvando-se medialmente e para baixo em direção à via respiratória nasal. Cada par é composto por uma concha nasal de cada lado da cavidade nasal, dividas pelo septo nasal. Os três pares, com seus componentes esquerdo e direito, são:

•Concha nasal superior (parte do osso etmóide)

•Concha nasal média (parte do osso etmóide)

•Concha nasal inferior 

 

  

                                 

Concha nasal inferior  

A concha nasal inferior ou corneto inferior se estende horizontalmente ao longo da parede lateral da cavidade nasal e consiste de uma lâmina de osso esponjoso, curvada em si mesmo. Cada concha nasal inferior é considerada um par de ossos faciais já que elas surgem dos ossos maxilares e se projetam horizontalmente dentro da cavidade nasal. Na passagem do ar, ele é aquecido, umedecido e limpado. Superior à concha nasal inferior está a concha nasal média e a concha nasal superior.

 
 
                                   


Osso mandibular

Nos vertebrados, a mandíbula é o componente móvel (se movimenta nos três planos: sagital, frontal e transversal) do crânio que forma a parte inferior da cabeça. Sua forma é semelhante a uma ferradura horizontal com abertura posterior (corpo), de cujas extremidades livres saem dois prolongamentos (ramos). Na parte posterior, há uma articulação sinovial, com os ossos temporais através do processo condilar, alongado ortogonalmente ao plano medial; esta articulação designa- se Articulação Temporomandibular (ATM). Cada lado contém, da extremidade anterior à posterior, oito alvéolos para a inserção dos dentes, respectivamente: dois alvéolos para o engaste dos incisivos; um alvéolo canino, bastante profundo; dois alvéolos pré-molares e dois ou três molares, dependendo da formação ou não do terceiro molar ou dente siso. Estes números referem-se à boca do homem, nos restantes grupos de mamíferos, os números variam, tendo evoluído de acordo com o tipo de alimentação. Ainda sobre a anatomia humana da mandíbula humana nota-se a inserção de todos os músculos da mastigação, tendo como principais o Masseter, o Músculo temporal e e os pterigóides, medial e lateral.

                                     

                     

 

Origem da mandíbula

Deriva do esqueleto visceral (primeiro arco branquial) e se realiza ao lado da cartilagem mandibular, que desaparece. A partir da sexta semana de vida intra-uterina, começa a ossificar-se antes de qualquer outro osso do organismo, com exceção da clavícula. Em fase embrionária há uma ossificação bilateral em direção latero-mesial. Quando os dois processos se unem formam um único osso.

 

Crescimento da mandíbula 

É ântero-posterior e em altura, por deslocamento oblíquo do processo condilar (cartilagíneo) por aposições da margem posterior dos ramos; ântero-posterior dos ramos; ântero-posterior, por reabsorção na margem anterior dos ramos; do corpo, por elevação dos processos alveolares; e em altura por desenvolvimento da base do corpo da mandíbula.

 

Cronologia anatômica

Durante o seu crescimento, a mandíbula sofre mutações morfológicas e estruturais que justificam uma descrição particular.

 

 

Embriologia

A mandíbula deriva do primeiro arco branquial e, a partir da sexta semana de vida intra-uterina, começa a ossificar-se antes de qualquer outro osso do organismo, com exceção da clavícula. Esse processo tem início no tecido conjuntivo que reveste a parte anterior da face lateral da cartilagem mandibular, enquanto sua extremidade posterior se ossifica para formar dois ossículos para formar dois ossículos da audição: a bigorna e o martelo. Na verdade, a cartilagem mandibular seria guia e não um elemento ativo no desenvolvimento da mandíbula.

Entre a décima primeira e a décima quarta semana de vida fetal, aparecem cartilagens acessórias responsáveis pela formação do processo condilar e parte do processo coronóide da mandíbula, aos quais devem ser somados outros dois nódulos secundários sinfisianos, se soldam ao corpo principal da mandíbula, no nível da futura protuberância mental.

 

Mandíbula do feto

No nascimento, a mandíbula é constituída por duas metades independentes, unidas na linha mediana por um tecido fibroso que desaparece no segundo mês de vida, quando começa a ser substituído progressivamente por um tecido ósseo que permitirá a fusão das duas partes primitivas da mandíbula e a formação ulterior da sínfise da mandíbula. Nos roedores e em outras espécies animais, não ocorre o fenômeno de ossificação e soldadura das duas metades da mandíbula e por isso estes permanecem independentes durante toda a vida. O corpo da mandíbula do recém-nascido tem pouca altura, com um ângulo mandibular obtuso (130º a 160º); os ramos são curtos e largos, como se constituíssem um prolongamento do corpo do osso, que se caracteriza pela presença de três saliências correspondentes aos germes dos dentes canino e molares dente decíduos. A futura margem alveolar invade a face mesial do ramo, observando-se então que o local do molar de 6 anos situa-se 3 a 5 mm distante do esboço da língula da mandíbula. Nesse lugar termina a margem anterior do ramo e o trígono retromolar da mandíbula do adulto ainda não está delimitado. O processo condilar é grande em proporção ao restante do osso e o vértice do processo coronóide chega até seu limite superior ou pode ultrapassá-lo. Na extremidade inferior do sulco que separa as eminências alveolares do canino e do primeiro molar decíduo situa-se o forame mental. Em todos os casos evidenciam-se os forames de entrada e saída do canal de Serres.

 

Osso vômer

O vômer ou vômer é um do ossos ímpares do crânio. Ele está situado na linha sagital mediana, e se relaciona com o osso esfenóide, osso etmóide, ossos palatinos esquerdo e direito e os ossos maxilares esquerdo e direito.

 

                                    

 

 

Planos e linhas da cabeça

Observamos que podem ser traçadas na cabeça vários planos e linhas imaginárias, com o objetivo de facilitar a localização de estruturas anatômicas e o posicionamento do paciente para o exame radiografico.

 

Principais planos da cabeça

• Plano sagital: Todos os planos verticais com orientação paralela à sutura sagital do crânio que, na posição em pé, estendem-se de ventral para dorsal. O plano sagital mediano (= plano mediano) divide o corpo em duas metades iguais.

•  Plano frontal: (= plano coronal): Todos os planos com trajeto paralelo à testa ou à sutura coronal do crânio que, na posição em pé, atravessam o corpo.

• Plano biauricular: plano frontal (coronal) mediano que passa pelos poros acústicos externos dividindo a cabeça nas partes anterior e posterior.

• Plano infra-orbitomeatal: Também conhecido com plano horizontal alemão, plano antropológico, ou plano de Frankfurt. É um plano horizontal perpendicular aos planos frontal (coronal) e sagital, que vai da borda inferior das órbitas ao teto dos poros acústicos externos, dividindo a cabeça em partes superior e inferior.

• Plano orbitomeatal ou plano meatorbitária: Também denominado plano horizontal americano, é um plano que vai dos poros acústicos externos às bordas externas das órbitas. Forma um ângulo aproximado de 12º com o plano infra-orbitomeatal (plano horizontal alemão).  

 

Principais linhas da cabeça

• Linha biauricular: Linha que vai de poro acústico externo ao outro. Coincide com o plano biauricular.

• Linha interorbital  ( interpupilar ): une o centro das duas órbitas ou o centro das duas pupilas  quando os olhos estão olhando diretamente para frente.

• Linha infra-orbitomeatal: Também conhecida como linha horizontal alemã, linha antropológica, linha de Frankfurt ou linha de reid. É uma linha que vai da borda inferior da orbita ao teto do poro acústico externo do mesmo lado. Coincide com o plano infra-orbitomeatal (plano horizontal alemã).

• Linha orbitomeatal ou meatorbitária: Também denominada linha horizontal americana, é uma linha que vai da borda externa (lateral) de uma órbita ao centro do poro acústico externo do mesmo lado. Coincide com o plano orbitomeatal (plano horizontal americano). Forma um ângulo aproximado de 12° com a linha infra-orbitomeatal (linha horizontal alemã).

• Linha trago-mentoniana: Também conhecida como linha meato-mentoniana, é uma linha que vai do trago (cartilagem anterior da orelha externa) ou poro acústico externo à protuberância mentual (mento), com boca fechada. Forma um ângulo aproximado de 40° com alinha infra-orbitomeatal ou aproximadamente 52° com linha orbitomeatal. 

• Linha de Chamberlain: É uma linha que vai do palato duro à borda póstero-superior do forame magno.

 

 

 

 

 

ARTICULAÇÕES DO CRÂNIO – SUTURAS

Crânio do Adulto

As articulações ou uniões do crânio são denominadas suturas e pertencem à classe das articulações denominadas articulações fibrosas. Por serem imóveis no adulto, elas são denominadas sinartrodiais. Elas estão demonstradas na figura nas vistas lateral, superior oblíqua e posterior respectivamente.

                               

                               

 

A sutura caronal 

Separa o osso frontal dos dois parietais. Separando os dois ossos parietais na linha média está a sutura sagital. Posteriormente a sutura lambdóide separa os dois parietais do osso occipital. 

 

A sutura escamosa 

É formada pela junção inferior de cada osso parietal com o respectivo osso temporal. Cada terminação da sutura sagital é identificada como um ponto ou área com um nome específico conforme descrito. A terminação anterior da sutura sagital é denominada bregma, e a terminação posterior é chamada de lambada. Os ptérios direito e esquerdo são pontos na junção dos parietais, temporais e asas maiores do esfenóide (terminação posterior da sutura esfenoparietal). Os astérios direito e esquerdo são pontos posteriores às orelhas, onde as suturas escamosa e lambdóide se encontram. 

 

Crânio do Recém-nascido

A calvária ou calota craniana nas crianças pequenas é muito grande em proporção ao resto do corpo, mas os ossos da face são bem pequenos. A ossificação dos ossos cranianos individuais está incompleta ao nascimento, e as suturas são espaços cobertos por membranas que se preenchem logo após o nas¬cimento. No entanto, certas regiões onde as suturas se encontram são mais lentas em sua ossificação,e elas são denominadas fontanelas. As próprias suturas cranianas geralmente não se fecham por completo antes do 12 ou 13 anos, e algumas podem não se fechar completamente até a idade adulta.

 

Fontanelas 

Na fase precoce da vida, o bregma e o lambda não são ossificados, mas sim orifícios cobertos por membrana ou "pontos moles". Esses pontos moles são denominados fontanelas anterior e posterior em uma criança pequena. A fontanela anterior é a maior e ao nascimento mede cerca de 2,5 cm de largura e 4 cm em seu eixo longitudinal. Não se fecha completamente até cerca de 18 meses de idade. Duas pequenas fontanelas laterais que se fecham logo após o nasci-mento são as fontanelas esfenóide (ptério no adulto) e mastóide (astério no adulto), localizadas respectivamente nos ângulos esfenóides e mastóides do osso parietal de cada lado da cabeça. Assim, existe um total de seis fontanelas no lactente, como se vê a seguir:

 

Suturas e fontanelas do crânio do recém-nascido

                                  

                                  

 

 

Ossos Suturais, ou Wormianos

Certos ossos pequenos e irregulares, chamados de ossos suturais, ou wormianos, por vezes se desenvolvem nas suturas cranianas adultas. Esses ossos isolados são mais freqüentemente encontrados na sutura lambdóide, mas ocasionalmente são também encontrados na região das fontanelas, sobretudo na fontanela posterior. No crânio adulto, eles es¬tão completamente ossificados e são visíveis graças às linhas suturais ao redor de suas bordas.Após termos uma noção de anatomia da cabeça, linhas e planos podemos dar inicio ao estudo radiográfico propriamente dito.

 

_____________________________________________________________________________________________________________

 

 

Estudo radiográfico do crânio.

·

 Número mínimo de incidências

Uma no plano coronal e outra no plano sagital;

 

 ·  Rotina radiográfica para crânio.

-PA

-Perfil

 

INCIDÊNCIA PA:

ROTINA PARA CRÂNIO-RC a Oº (Caldwell, occipito-frontal ou PA verdadeiro do crânio)

 

Filme radiografico

Pode ser usado para cada incidência filme de 18cm x 24cm (criança) ou 24cm x 30cm (adulto).

 

Posição do Paciente

Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou prona.

 

Posição da Parte

Apoiar a testa e o nariz do paciente contra a mesa/superfície de Bucky. Flexionar o pescoço para alinhar a LOM perpendicularmente ao filme. Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média da mesa/Bucky para evitar rotação e/ou inclinação da cabeça ( Os MAEs devem estar a mesma distância da mesa/superfície de Bucky). Centralizar o filme ao RC.

 

Raio Central

RC perpendicular ao filme (paralelo a LOM) e centralizado para sair na glabela. DFoFi mínima de 100 cm.

                    

Colimação

Fazer a colimação nas margens externas do crânio.

 

Respiração

Prender a respiração durante a exposição.

 

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas: 

Osso frontal, crista galli, condutos auditivos internos, seios frontais e células etmoidais anteriores, cristas petrosas, asas maiores e menores do esfenóide e dorso da sela.

 

 

Posição:

 A ausência de rotação é evidente, como indicado pelas distâncias iguais bilateralmente da linha orbital oblíqua até a margem lateral do crânio. Cristas petrosas preenchem as órbitas e se sobrepõe à região orbital superior. Clinóides posteriores e anteriores são visualizados logo acima das células etmoidais.

 

Colimação e RC:

Todo o crânio é visualizado na imagem, com o násio no centro. Bordas de colimação voltadas para as bordas externas do crânio são visíveis

 

Critérios de Exposição:

Densidade e contraste são suficientes para visualizar o osso frontal e as estruturas ósseas circundantes. . Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.

 

Fatores técnicos radiográficos

KV= 2.e + K: aproximado na faixa de 75KV+/-5KV

mAs: aproximado na faixa de 30mAs +/- 5mAs

distância foco-filme (dFoFi): 1m

 

INCIDÊNCIA PRFIL:

Filme radiografico

Pode ser usado para cada incidência filme 24cm x 30cm (adulto), em sentido transversal.

 

Posição do paciente

Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou deitada, semipronada (posição de Sim).

 

Posição da Parte (cabeça)

Colocar a cabeça em uma posição lateral verdadeira, com o lado de interesse próximo do filme e o corpo do paciente com a obliqüidade necessária. (Uma forma de avaliar a rotação é palpar a protuberância occipital externa posteriormente e o násio ou glabela anteriormente e garantir que esses dois pontos estejam à mesma distância do tampo da mesa.) Alinhar o plano mediossagital paralelamente ao filme, garantindo que não haja rotação ou inclinação. Alinhar a linha interpupilar perpendicularmente ao filme, garantindo que não haja inclinação da cabeça. Ajustar a flexão do pescoço para alinhar a Linha Infra-orbitomeatal (LIOM- Linha horizontal alemã), perpendicularmente à borda anterior do filme. (LGA estará paralela à borda anterior do filme.), e a Linha interpupilar (Linha interorbitária) deve estar perpendicular à mesa bucky (ou bucky vertical).

 

                    

 

Raio Central

Direcionar o RC perpendicular ao filme. Centralizar para um ponto cerca de 5 cm superior ao MAE. Centralizar o filme em relação ao RC DFoFi mínima de 100 cm.

 

Colimação

Colimar as margens externas do crânio.

 

Respiração

Prender a respiração durante a exposição.

 

Observação:

Para pacientes em decubito, um suporte radiotransparente colocado sob o queixo ajudará a manter a posição lateral verdadeira. Um paciente com tórax largo pode exigir uma esponja radiotransparente sob toda a cabeça para evitar inclinação, e um paciente magro pode exigir suporte sob a parte superior do tórax.

 

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas:

Metades cranianas superpostas com detalhes superiores da região lateral do crânio próximos ao filme são demonstradas. Toda a sela turca, incluindo os clinóides anteriores e posteriores e o dorso da sela, é também mostrada. A sela turca e clivus são demonstrados em perfil.

 

Posição:

Nenhuma rotação ou inclinação do crânio deve ser evidenciada. A rotação é evidenciada pela separação anterior e posterior das estruturas bilaterais simétricas como os MAE, ramos mandibulares e asas maiores do esfenóide. Inclinação é evidenciada pela separação superior e inferior dos tetos orbitários (lâminas), MAES e asas menores do esfenóide.

 

Colimação e RC:

Todo o crânio visualizado nessa imagem, com a região 5 cm superior às MAES aproximadamente no centro. Bordas de colimação voltadas para a margem externa do crânio.

 

Critérios de Exposição:

Densidade e contraste são suficientes para visualizar detalhes ósseos das estruturas selares e crânio circundante. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.

 

Fatores técnicos radiográficos

KV= 2.e + K: aproximado na faixa de 65KV+/-5KV

mAs: aproximado na faixa de 25mAs +/- 5mAs

distância foco-filme (dFoFi): 1m

 

Incidências complementares ou especiais para o crânio

Incidência AP axial: Também denominada de Reverchon, Bretton, Towne, Worms, Altschul

Incidência Axial PA- RC a 15º: Método de Caldwell ou RC a 25º a 30º 

Incidência submento-vértice (SMV): Também denominada Hirtz ou axial do crânio (SÉRIE CRANIANA)

Incidencia AP axial :  Método de Towne, Reverhon, Bretton, Worms, Altschul.

 

Filme radiográfico 

Pode ser usado para cada incidência filme 24cm x 30cm (adulto), em sentido longitudianal.

 

Posição do Paciente

Abaixar o queixo, trazendo a LOM perpendicular ao filme. Para pacientes incapazes de flexionar o pescoço a esta extensão, alinhar a LlOM perpendicular ao filme. Adicionar um suporte radiotransparente sob a cabeça se necessário (ver Observação abaixo). Alinhar o plano mediossagital ao RC e a linha média da mesa/superfície do Bucky. Assegurar-se de que não haja rotação e/ou inclinação da cabeça. . Garantir que o vértice do crânio esteja no campo do raio X.

 

Raio Central

 

Angular o RC a 30° caudal em relação a LOM, ou 37° caudal em relação a LlOM (ver observação abaixo). Centralizar no plano mediossagital, 6 cm acima da glabela, ou atravessar aproximadamente 2 cm superior ao nível das MAES (sairá no forame magno). Centralizar o filme ao RC projetado. DFoFi mínima de 100 cm.

 

 

Colimação

Colimar nas margens externas do crânio. Respiração Prender a respiração.

 

Observação:

Se o paciente for incapaz de abaixar o queixo suficientemente para trazer a LOM perpendicular ao filme, mesmo com uma esponja pequena sob a cabeça, a linha infra-orbitomeatal (LlOM) pode ser colocada perpendicularmente em lugar da LOM, e a angulação do RC pode ser aumentada para 37° caudal. Isso mantém o ângulo de 30° entre a LOM e o RC e demonstra as mesmas relações anatômicas. (Existe uma diferença de 7° entre a LOM e a LIOM.)

 

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas

 

Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno são mostrados com o dorso da sela e clinóides posteriores visualizados na sombra do forame magno.

 

Posição

Distância igual do forame magno até a margem lateral do crânio em ambos os lados indica ausência de rotação. Dorso da sela e clinóides posteriores visualizados no forame magno indicam angulação correta do RC e flexão/extensão adequadas do pescoço. A angulação insuficiente do RC projetará o dorso da sela acima do forame magno, e a angulação excessiva projetará o arco anterior de C1 para o interior do forame magno em vez do dorso da sela. Cristas petrosas devem estar simétricas e visualizadas superiormente aos processos mastóides.

 

Colimação e RC

Todo o crânio é visualizado na imagem com o vértice próximo ao topo, e o forame magno está aproximadamente no centro. Bordas de colimação estão voltadas para a margem externa do crânio.

 

Critérios de Exposição

Densidade e contraste são suficientes para visualizar o osso occipital e estruturas selares dentro do forame magno. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.

 

Fatores técnicos radiográficos

KV= 2.e + K: aproximado na faixa de 80KV+/-5KV

mAs: aproximado na faixa de 30mAs +/- 5mAs

distância foco-filme (dFoFi): 1m

 

INCIDÊNCIA PA AXIAL-RC a 15º Método de Caldwell ou RC a 25º a 30º 

Patologia Demonstrada

Fraturas cranianas (deslocamento lateral e medi­al), processos neoplásicos e doença de Paget.

 

Filme radiográfico

Tamanho do filme - 24 x 30, em sentido longitudinal

 

Posição do Paciente

Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou pronada.

 

Posição da Parte

Apoiar a testa e o nariz do paciente contra a mesa/superfície de Bucky. Flexionar o pescoço conforme necessário para alinhar a LOM perpendicularmente ao filme. Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média da mesa/superfície de Bucky para evitar rotação e/ou inclinação da cabeça. Centralizar o filme ao Rc.

 

Raio Central

Angular o RC 15° caudal e centralizar para sair no násio. Alternar o RC de 25° a 30° caudal e também centralizar para sair no násio. DFoFi mínima de 100 cm.

 

Colimação

Fazer a colimação nas margens externas do crânio.

 

Respiração

Prender a respiração. Alternar de 25° a 30°: Uma incidência alternativa é uma angulação do tubo a 25° a 30° caudal para melhor visualizar as fissuras orbitárias superiores (setas pretas), o forame redondo (setas brancas pequenas) e a região da borda orbitária inferior.

 

 

Observação:

Uma angulação caudal diminuída do RC e/ou flexão aumentada do pescoço (queixo para baixo) resultarão na incidência das pirâmides petrosas sobre a porção superior das órbitas.

 

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas

Asas maiores e menores do esfenóide, osso frontal, fissuras orbitais superiores, seios frontais e células etmoidais anteriores, margens orbitais superiores e crista galli.

 

PA com angulação caudal de 25° a 30°

Além das estruturas mencionadas previamente, o forame redondo adjacente a cada borda orbital inferior é visualizado e as fissuras orbitais superiores são visualizadas em sua totalidade no interior

Posição

A ausência de rotação é avaliada pela distância igual da linha orbital oblíqua até a margem lateral do crânio de cada lado, fissuras

 

PA com angulação caudal de 15°

Pirâmides petrosas projetadas para dentro do terço inferior das órbitas. Margens orbitais superiores visualizadas sem sobreposição.

 

PA com angulação caudal de 25° a 30°

Pirâmides petrosas projetadas na borda orbitária inferior ou justamente abaixo dela, para permitir visualização de toda a margem orbital.

 

Colimação e RC

Todo o crânio é visualizado na imagem, com o násio no centro.

 

Critérios de Exposição

Densidade e contraste são suficientes para visualizar o osso frontal e as estruturas selares sem superexposição das regiões do perímetro

 

Fatores técnicos radiográficos

KV= 2.e + K: aproximado na faixa de 80KV+/-5KV

mAs: aproximado na faixa de 25mAs +/- 5mAs

distância foco-filme (dFoFi): 1m

 

INCIDÊNCIA SUBMENTOVÉRTICE (SMV): Também denominada Hirtz ou axial do crânio (SÉRIE CRANIANA)

 

Advertência sobre o posicionamento  

Afaste a possibilidade de fratura ou subluxação cervical no paciente traumatizado antes de tentar essa incidência.

 

Patologia Demonstrada 

Patologia óssea avançada das estruturas internas do osso temporal (base do crânio, fratura da base do crânio).

 

Filme radiográfico  

Tamanho do filme - 24 x 30 cm, em sentido longitudinal

 

Proteção 

Proteja a região torácica superior do paciente (a proteção do pescoço e da tireóide obscurecerá a área de interesse).

 

Posição do Paciente 

Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou em decúbito dorsal. A posição ortostática, que é mais fácil para o paciente, pode ser feita com uma mesa ereta ou um Bucky vertical.

 

Posição da Parte

Elevar o queixo do paciente, hiperestendendo o pescoço se possível até que a linha infra-orbitomeatal (LIOM) esteja paralela ao filme (ver Observações abaixo). Apoiar a cabeça do paciente pelo vértice(região superior da cabeça). Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente à linha média do filme radiografico ou mesa/superfície de Bucky, evitando rotação e/ou inclinação.

 

Decúbito dorsal:

Com o paciente em decúbito dorsal, estenda a cabeça do paciente acima do fim da mesa e apóie o porta-filme e a cabeça conforme mos­trado, mantendo a LIOM paralela ao filme e perpendicular ao RC. Se a mesa não se inclinar como mostrado na Figura, use um travesseiro sob o dorso do paciente para permitir extensão suficiente do pescoço.

Ereta:

Se o paciente for incapaz de estender suficientemente o pescoço, compense através da angulação do RC para mantê-Io perpendicular a LIOM. Dependendo do equipamento usado, o filme pode também ser angulado para manter a relação perpendicular com o RC (como no caso do Bucky vertical ajustável). Essa posição é muito desconfortável para os pacientes tanto na posição ortostática quanto no decúbito dorsal; realize o exame o mais rápido possível.

 

 

Raio Central

O RC é perpendicular à linha infra-orbitomeatal. Centralizar a 2 cm anterior ao nível das MAES (a meio caminho entre os ângulos da mandíbula). Centralizar o receptor de imagem (filme) em relação ao Rc. DFoFi mínima 100 cm.

 

Colimação

Colimar nas margens externas do crânio.

 

Respiração

Prender a respiração.

 

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas 

Forame oval e espinhal, mandíbula, seio esfenoidal e células etmoidais posteriores, processos mastóides, cristas petrosas, palato duro, forame magno e osso occipital.

 

Posição

Extensão correta do pescoço e a relação entre a LlOM e o RC, indicada pelos côndilos mandibulares projetados anteriormente às pirâmides petrosas e osso frontal e sínfises mandibulares sobrepostos. Ausência de rotação ou inclinação, como indicado pela distância igual bilateralmente dos côndilos mandibulares até a borda lateral do crânio.

 

Colimação e RC 

Todo o crânio é visualizado na imagem, com o forame magno no centro aproximado. Bordas de colimação visíveis nas margens externas do crânio.

 

Critérios de Exposição 

Densidade e contraste são suficientes para visualizar a superfície externa do forame magno. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.

 

Fatores técnicos radiográficos

KV= 2.e + K: aproximado na faixa de 80KV+/-5KV

mAs: aproximado na faixa de 30mAs +/- 5mAs

distância foco-filme (dFoFi): 1m

 

INCIDENCIA PA AXIAL:Também denominada de método de Haas, nuco-frontal ou ainda semi-axial PA

 

Patologia Demonstrada

Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno, dorso da sela e clinóides posteriores são mostrados. Essa é uma incidência alternativa para pa­cientes que não podem flexionar o pescoço suficientemente para a incidência AP axial (Towne). Há ampliação da área occipital, mas resulta em doses menores para as estruturas faciais e glândula tireóide. Não é recomendada quando o osso occipital é a área de interesse devido à  ampliação excessiva.

 

Filme radiográfico

Tamanho do filme - 24 x 30 cm, em sentido longitudinal

 

Posição do Paciente

Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou pronada.

 

Posição da Parte

Apoiar a testa e o nariz do paciente contra a mesa/superfície do Bucky. Flexionar o pescoço, trazendo a LOM perpendicularmente ao filme. Alinhar o plano mediossagital perpendicularmente ao RC e à linha média do filme radiografico ou mesa/superfície de Bucky. Assegurar-se de que não há rotação ou inclinação (plano mediossagital perpendicular ao filme).

 

Raio Central 

Angular o RC 25° cefálico à LOM. Centralizar o RC ao plano mediossagital através do nível das MAES. Centralizar o receptor de imagem em relação ao RC projetado. DFoFi mínima de 100 cm. Colimação Fazer a colimação nas margens externas do crânio em todos os lados.

 

Respiração

Prender a respiração

 

Critérios Radiográficos

Estruturas Mostradas

Osso occipital, pirâmides petrosas e forame magno, com o dorso da sela e clinóides, posteriores visualizados na sombra do forame magno.

 

Posição

A ausência de rotação é evidenciada pela distância igual do forame magno até a margem lateral do crânio em ambos os lados. Dorso da sela e clinóides posteriores são visualizados no forame magno, o que indica correta angulação do RC e flexão e extensão adequadas do pescoço. As cristas petrosas devem estar simétricas e visualizadas superiormente aos processos mastóides.

 

Colimação e RC

Todo o crânio é visualizado na imagem, com o vértice próximo ao topo e o forame magno e as porções mastóideas próximas à parte inferior. Bordas de colimação são visíveis nas margens externas do crânio.

 

Critérios de Exposição

Densidade e contraste são suficientes para visualizar o osso occipital e as estruturas selares no interior do forame magno. Margens ósseas nítidas indicam ausência de movimento.

 

Fatores técnicos radiográficos

KV= 2.e + K: aproximado na faixa de 75KV+/-5KV

mAs: aproximado na faixa de 30mAs +/- 5mAs

Foco fino com grade móvel (bucky)

 

___________________________________________________________________________________________________________

 

Vou postar algumas perguntas e darei algum tempo para a resolução das mesmas.
Lembro a todos os amigos que as perguntas seram retiradas de provas anteriores a esta data, tendo como objetivo ajudar nos estudos dos nossos companheiros de profissão.

Se queres prever o futuro, estuda o passado.

BOM PROVEITO.

 

PERGUNTAS RELATIVAS A PROVA DO AMAPÁ

 
1. Assinale a alternativa correta, com relação à geração dos raios-x:
(A) Os raios-x são criados, aproveitando-se a energia dos prótons e convertendo-a em fótons, dentro do tubo de raios-x.
(B) Os raios-x são criados, aproveitando-se a energia de elétrons e convertendo-a em fótons, dentro do tubo de raios-x.
(C) Os raios-x são criados, aproveitando-se a energia dos elétrons e convertendo-a em fótons, fora do tubo de raios-x.
(D) Os raios-x são criados, aproveitando-se a energia dos nêutrons e convertendo-a em fótons, dentro do tubo de raios-x.
(E) Os raios-x são criados, aproveitando-se a energia do átomo e convertendo-a em fótons, dentro
 
2. A alternativa incorreta com relação à geração dos raios-x:
(A) O tubo de raios-x é um circuito elétrico simples, constituído, em geral, de dois elementos, um catodo e um anodo.
(B) Um tubo de raios-x é um conversor de energia, ele recebe energia elétrica e converte a maior parte em calor e em menor quantidade os raios-x.
(C) O tubo de raios-x é projetado para maximizar a produção de calor e dissipar os raios-x tão rápido quando possível.
(D) O rendimento na geração de raios-x é muito pequeno, se dando em média na proporção de 1% de raios-x e 99% de calor.
(E) O tubo de raios-x é constituído de uma ampola
 
3. De acordo com a legislação vigente, marque a alternativa correta:
(A) A lei nº 92.790/86 criou a profissão de técnico em radiologia.
(B) O decreto nº 7.394/85 regulamentou a profissão de técnico em radiologia.
(C) A lei nº 10.508/03 altera a lei de regulamentação da profissão do técnico em radiologia em seu Inciso I do Art. 2º.
(D) A resolução do CONTER nº 07/2001, institui e normatiza as atribuições do técnico em radiologia na especialidade de radiodiagnóstico.
(E) O decreto nº 5.512/04 revoga o Art.18 do
 
4. Na realização de exame radiológico da coluna cervical, qual a incidência adicional que se deve realizar, quando não conseguimos visualizar C7 em lateral na incidência de rotina?
(A) Posição do cavalgador.
(B) Posição do nadador.
(C) Posição de hiperflexão.
(D) Posição de hiperextensão.
 
5. Qual o nome da incidência radiológica que representa o estudo da projeção oblíqua da mandíbula?
(A) Incidência de Caldwell.
(B) Incidência de Chaussé II.
(C) Incidência de Breton.
(D) Incidência de Bellot.
 
6. No sistema de processamento automático, as processadoras incorporam vários sistemas.
Descreva a correta disposição do processo de revelação automático:
(A) Fixação, lavagem, revelação, lavagem final e secagem.
(B) Revelação, lavagem, fixação, lavagem final e secagem.
(C) Revelação, fixação, lavagem e secagem.
(D) Fixação, revelação, lavagem e secagem.
 
7. Em relação ao Sistema de Proteção radiológica, qual a alternativa que não faz parte dos princípios básicos que regem este regulamento?
(A) Justificação da prática e das exposições médicas individuais.
(B) Otimização da proteção radiológica.
(C) Limitação de doses individuais.
(D) A produção e comercialização de equipamentos de raios-x.
(E) Prevenção de acidentes.
 
8. No processo de otimização de exposições radiológicas, qual das alternativas é incorreta?
(A) A seleção adequada do equipamento e acessórios.
(B) Os procedimentos de trabalho.
(C) A garantia da qualidade.
(D) Os níveis de referência de radiodiagnóstico para pacientes.
(E) As restrições de dose para indivíduo que colabore, conscientemente e de livre vontade,
dentro do contexto de sua atividade profissional, no apoio e conforto de um paciente, durante a realização do procedimento radiológico.
 
9. De acordo com os princípios éticos essenciais no exercício da profissão de técnico em radiologia, assinale o ítem incorreto:
(A) O técnico em radiologia deve respeitar as confidências feitas sobre a patologia do paciente durante a realização dos exames.
(B) O técnico de radiologia, depois de habilitado pelo conselho regional, deve continuar estudando e freqüentando cursos.
(C) Quando um técnico é escalado para fazer exames em um aparelho defeituoso, sendo necessário repeti-los algumas vezes, nesse caso, ele é obrigado a continuar trabalhando até o término de sua carga horária.
(D) Se somente um técnico está de plantão e chegaum paciente com síndrome de imunodeficiência adquirida(SIDA), o técnico não pode recusar-se a proceder ao exame.
(E) Se dois técnicos estão de plantão e chega um exame que um deles não sabe fazer, o outro deve
 
10. Qual a alternativa que representa contrastado das glândulas salivares?
(A) Pielografia.
(C) Saligrafia.
(D) Salpingografia.
(E) Sialografia.
 
11. A qualidade da radiografia é de fundamental importância para um bom exame radiológico. Desta forma, marque corretamente a alternativa que contém os fatores que afetam a aparência do Moteado Quântico.
(A) Velocidade do filme, contraste do filme, Rendimento de conversão do écran.
(B) Velocidade do filme, distância, rendimento de conversão do écran.
(C) Velocidade do Écran, rendimento de conversão, distância.
(D) Rendimento de conversão do écran, revelação a laser, distância.
(E) Distância, revelação manual, rendimento de conversão do écran.
 
12. As incidências de rotina para o exame do calcâneo são
(A) perfil interno e axial.
(B) Ap e perfil.
(C) perfil externo e axial
(D) Ap com rotação externa e axial.
(E) axial e perfil com rotação externa.
 
13. Qual a alternativa correta, quanto à incidência de Ferguson?
(A) É realizada para o estudo da articulação sacroilíaca.
(B) É realizada para o estudo do crânio.
(C) É realizada para o estudo do calcâneo.
(D) É realizada para o estudo do joelho.
(E) É realizada para o estudo do pé.
 
14. A incidência correta específica para o estudo do escafóide é:
(A) PA do punho com flexão interna.
(B) Perfil do punho.
(C) PA do punho com flexão externa.
(D) Oblíqua interna do punho.
(E) Oblíqua externa do punho.
 
15. Qual a incidência de rotina para o estudo do abdome agudo?
(A) Tórax Pa e Abdome Pa.
(B) Abdome Ap e Tórax em perfil.
(C) Abdome em decúbito dorsal, Abdome em ortostática e Tórax em ortostática.
(D) Abdome em decúbito lateral, Abdome em
decúbito dorsal e Abdome em ortostática.
(E) Abdome em decúbito dorsal e Abdome em
 
16. Qual a incidência correta que representa o estudo do buraco óptico?
(A) Incidência de Waters.
(B) Incidência de Mayer.
(C) Incidência de Hirtz.
(D) Incidência de Rheese.
(E) Incidência de Reverchon.
 
17. A participação da comunidade nos serviços e ações de saúde foi assegurada pela Constituição de
1988. Qual a Lei que garante a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde?
(A) 8.142.
(B) 7.498.
(C) 5.905.
(D) 8.000.
(E) 94.406
 
18. Órgão Permanente de Fiscalização do Sistema Único de Saúde, que tem na sua composição representantes dos usuários, dos trabalhadores de saúde, do governo e dos prestadores de serviços:
(A) Conselho Social.
(B) Associação de Bairro.
(C) Conselho de Classe.
(D) Conselho de Enfermagem.
(E) Conselho de Saúde.
 
19.Todos os cidadãos brasileiros, independente de sexo, etnia, religião, idade ou situação de emprego, têm direito à mesma assistência à saúde. Este enunciado refere-se a um dos princípios do Sistema Único de Saúde que é:
(A) Princípio de Justiça.
(B) Princípio de Atendimento.
(C) Princípio de Equidade.
(D) Princípio de Integralidade.
 
20. A forma de controle social que possibilita a população, através de seus representantes, definir, acompanhar a execução e fiscalizar as políticas de saúde, denomina-se:
(A) Participação partidária.
(B) Participação de classe.
(C) Participação da comunidade.
(D) Participação dos enfermeiros.
(E) Participação dos médicos.
 

Gabarito

1 B  

2 C

3 E

4 B

5 D

6 C

7 D

8 E

9 C

10 E

11 A

12 C

13 A

14 C

15 C

16 D

17 A

18 E

19 C

20 C

 
______________________________________________________________________________________________________________
 
 

PERGUNTAS RELATIVAS A PROVA DE BELO HORIZONTE

 

1. No momento em que é acionado o disparador do aparelho de raios X, para fins de diagnóstico, o que é produzido?
a) Radiação corpuscular e calor.
b) Radiação eletromagnética e calor.
c) Radiação corpuscular e radiação eletromagnética.
d) Radiação corpuscular, radiação eletromagnética e calor.
 
2. Um lote de solução de processamento radiográfico foi recolhido, pois se constatou a falta de um componente na mesma. Os filmes processados por essa solução não apresentavam contraste. Qual era o componente faltante?
a) Elon.
b) Hidroquinona.
c) Sulfito de Sódio.
d) Hipossulfito de Sódio.
 
3. Ao examinar uma radiografia recém processada, foi observado que a mesma apresentava manchas claras irregulares. Qual o provável motivo desse acontecimento?
a) Respingos de fixador no filme, após o processamento radiográfico.
b) Respingos de fixador no filme, antes do processamento radiográfico.
c) Respingos de revelador no filme, após o processamento radiográfico.
d) Respingos de revelador no filme, antes do processamento radiográfico.
 
4. Um técnico de radiologia percebeu que uma radiografia de crânio apresentava escala de densidade curta. O que o profissional deve realizar para melhorar a qualidade da imagem?
a) Aumentar a quilovoltagem do aparelho de raios X.
b) Diminuir a quilovoltagem do aparelho de raios X.
c) Aumentar a miliamperagem do aparelho de raios X.
d) Diminuir a miliamperagem do aparelho de raios X.
 
5. Uma radiografia de mão punho foi realizada utilizando 2,5 mAs e ficou muito clara. Quanto de aumento mínimo que o técnico de radiologia deve indicar para a aquisição de uma nova radiografia?
a) 3 mAs.
b) 4 mAs.
c) 5 mAs.
d) 7,5 mAs.
 
6. Sabe-se que a dose de radiação para os testículos em uma incidência AP de quadril é, aproximadamente, 0,322 rad. Convertendo-se esse valor para SI, miligray, temse:
a) 3,22 mGy.
b) 32,2 mGy.
c) 322 mGy.
d) 3.220 mGy.
 
7.Assinale a alternativa INCORRETA quanto à proibição de toda exposição que não possa ser justificada, segundo a Portaria 453/1998:
a) Exposição deliberada de seres humanos aos raios-x diagnósticos com o objetivo único de demonstração, treinamento ou outros fins que contrariem o princípio da justificação.
b) Exames radiológicos para fins empregatícios ou periciais, mesmo quando as informações a serem obtidas possam ser úteis à saúde do indivíduo examinado, ou para melhorar o estado de saúde da população.
c) Exames radiológicos para rastreamento em massa de grupos populacionais, exceto quando o Ministério da Saúde julgar que as vantagens esperadas para os indivíduos examinados e para a população são suficientes para compensar o custo econômico e social, incluindo o detrimento radiológico.
d) Exposição de seres humanos para fins de pesquisa biomédica, exceto quando estiver de acordo com a Declaração de Helsinque, adotada pela 18ª Assembléia Mundial da OMS de 1964; revisada em 1975 na 29ª Assembléia, em 1983 na 35ª
Assembléia e em 1989 na 41ª Assembléia, devendo ainda estar de acordo com resoluções específicas do Conselho Nacional de Saúde.
 
8. Na Portaria 453, as exposições médicas de pacientes devem ser otimizadas ao valor mínimo necessário para obtenção do objetivo radiológico (diagnóstico e terapêutico), compatível com os padrões aceitáveis de qualidade de imagem. Para tanto, no processo de otimização de exposições médicas devem-se considerar vários aspectos. Assinale a alternativa que NÃO se enquadra nessa premissa:
a) A garantia da qualidade.
b) Os procedimentos de trabalho.
c) A seleção adequada do equipamento e dos acessórios.
d) Os níveis de referência de radiodiagnóstico para os pacientes e profissionais.
 
9. As exposições ocupacionais normais de cada indivíduo, decorrentes de todas as práticas, devem ser controladas de modo que os valores dos limites estabelecidos na Resolução CNEN nº 12/88 não sejam excedidos. Nas práticas abrangidas por esse Regulamento, assinale a afirmativa INCORRETA:
a) A dose equivalente anual não deve exceder 150 msv para o cristalino.
b) A dose equivalente anual não deve exceder 500 msv para extremidades.
c) A dose efetiva média anual não deve exceder 20 msv em qualquer período de 5 anos consecutivos, não podendo exceder 40 msv em nenhum ano.
d) Em gestantes, as condições de trabalho devem ser revistas, para garantir que a dose na superfície do abdômen não exceda 2 msv durante todo o período restante da gravidez.
 
10. O alvará de funcionamento inicial do serviço deve ser solicitado instruído de vários documentos, incluindo um memorial descritivo de proteção radiológica, assinado pelo responsável legal do estabelecimento e pelo supervisor de proteção radiológica em radiodiagnóstico. Todas os itens abaixo devem constar nesse memorial, EXCETO:
a) Programa de proteção radiológica.
b) Relatórios de aceitação da instalação.
c) Descrição do estabelecimento e de suas instalações.
d) Termos de responsabilidade, conforme modelo próprio da autoridade sanitária.
 
11. Para fins de planejamento de barreiras físicas de uma instalação e para verificação de adequação dos níveis de radiação em levantamentos radiométricos, os níveis de equivalente de dose ambiente devem ser adotados como restrição de dose:
a) 1 mSv/ano em áreas controladas e 0,1 mSv/ano em áreas livres.
b) 2 mSv/ano em áreas controladas e 0,2 mSv/ano em áreas livres.
c) 5 mSv/ano em áreas controladas e 0,5 mSv/ano em áreas livres.
d) 10 mSv/ano em áreas controladas e 1 mSv/ano em áreas livres.
 
12. Junto ao painel de controle de cada equipamento de raios-x deve ser mantido um protocolo de técnicas radiográficas (tabela de exposição) especificando, para cada exame realizado no equipamento, com várias informações, EXCETO:
a) Distância foco-objeto.
b) Tamanho e tipo da combinação tela-filme.
c) Quando aplicável, parâmetros para o controle automático de exposição.
d) Tipo de exame (espessuras e partes anatômicas do paciente) e respectivos fatores de técnica radiográfica.
 
13. Todo equipamento de mamografia deve possuir um dispositivo para manter compressão firme na mama, de forma a assegurar uma espessura uniforme na porção radiografada. A placa de compressão deve produzir uma atenuação de, no
máximo, o equivalente a:
a) 0,1 mm Polimetil-meta-acrilato.
b) 0,5 mm de Polimetil-meta-acrilato.
c) 1 mm de Polimetil-meta-acrilato.
d) 2 mm de Polimetil-meta-acrilato.
 
14. Quais as estruturas MELHOR demonstradas do Método de Cleaves Modificado?
a) Borda superior e posterior do acetábulo, margem da cabeça do fêmur, incluindo a fóvea da cabeça.
b) Vista alongada e/ou ampliada dos ramos do púbis e ísquio, para avaliar traumatismo pélvico.
c) Cabeça, colos e áreas troncantéricas do fêmur em uma radiografia para fins de comparação, mostrando toda a pelve.
d) Incidência lateral do acatábulo e da cabeça, colo e área troncantérica do fêmur, em situações de traumatismo de quadril.
 
15. Com o método radiográfico de Twing é possível visualizar corpos vertebrais cervicais e torácicos, espaços intervetebrais e articulações zigapofisárias. Porém, essa técnica é limitada para um segmento de vértebra, qual?
a) Entre C3-T4.
b) Entre C4-T3.
c) Entre C3-T3.
d) Entre C4-T4.
 
16. Qual é o formato do colimador nos aparelhos de radiografia panorâmica?
a) Fenda.
b) Cilíndrico.
c) Retangular.
d) Quadrangular.
 
17. Na tomografia convencional, o aparelho pode realizar vários tipos de trajetórias para a formação da imagem. Assinale a alternativa que contenha a trajetória mais complexa, que implicará uma imagem de melhor qualidade.
a) Espiral.
b) Hipocicloidal.
c) Hipercicloidal.
d) Espiral invertido.
 
18. Várias são as contra-indicações absolutas para o Exame por Ressonância Magnética, EXCETO:
a) Marcapasso.
b) Claustrofobia.
c) Implantes cocleares.
d) Estimuladores de crescimento ósseo.
 
19. Em todos os aparelhos de raios X, a área focal real é retangular e a área focal efetiva é quadrangular. Esse efeito é conhecido como:
a) Efeito Benson.
b) Efeito do princípio de projeção.
c) Efeito retificador.
d) Efeito rotor.
 
20. Ocorre produção de radiação branca quando os elétrons são:
a) dissipados em grupos ou feixes.
b) agrupados em diferentes órbitas.
c) removidos de suas órbitas originais.
d) freados bruscamente contra um alvo.
 
21. Quais as bobinas que o técnico de radiologia deve selecionar para o exame por ressonância magnética da ATM e do ombro, respectivamente?
a) Volume e volume.
b) Volume e superfície.
c) Superfície e superfície.
d) Superfície e volume.
 
22. Quando se realiza a técnica de Waters de boca aberta, é possível observar e avaliar uma estrutura que não era observada nessa técnica em boca fechada. Qual?
a) C1-C2.
b) Seio Esfenoidal.
c) Sínfise mandibular.
d) Processo Odontóide.
 
23. Qual a técnica indicada para avaliação do dorso da sela, clinóides anterior e posterior, forame magno, cristas petrosas e osso occipital?
a) AP de Towne.
b) Towne reversa.
c) Lateral de Crânio.
d) Sunbmentovértice.
 
24. Para a visualização do processo odontóide e outras estruturas de C1 e C2 dentro do forame magno, pode-se realizar uma radiografia AP ou PA. Assinale a alternativa CORRETA, quanto aos nomes das técnicas envolvidas no texto:
a) Método de Judd (AP) e Método de Fuch (PA).
b) Método de Fuch (AP) e Método de Judd (PA).
c) Método de Ottonello (AP) e Método de Fuch (PA).
d) Método de Ottonello (AP) e Método de Judd (PA).
 
25. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma característica do ponto focal:
a) Alto ponto de fusão.
b) Alto número atômico.
c) Bom condutor de calor.
d) Inclinação de 45° com a vertical.
 
26. Quais as estruturas MELHOR demonstradas no Método de Garth?
a) Vista lateral da porção proximal do úmero e relação escápulo-umeral.
b) Porção proximal do úmero sobreposta a uma vista lateral da escápula.
c) Cabeça do úmero, a cavidade glenoide, a cabeça e o colo escapulares.
d) Clavícula, incluindo as articulações acromioclavicular e esternoclavicular.
 
27. Quais as estruturas MELHOR demonstradas no Método de Coyle?
a) Cabeça, colo e tuberosidade do rádio e margem articular do capítulo.
b) Olecrânio em perfil e contornos sobrepostos dos ossos do antebraço e do braço.
c) Vista oblíqua da parte distal do úmero e das partes proximais do rádio e da ulna.
d) Parte distal do úmero, espaço articular do cotovelo e partes proximais do rádio e da ulna.
 
28. Na anatomia radiográfica de mão e punho, qual osso do carpo que é sobresposto pelo piramidal?
a) Hamato.
b) Pisiforme.
c) Escafóide.
d) Semilunar.
 
29. Para visualização dos discos articulares das articulações temporomandibulares, qual(is) o(s) exame(s) que pode(m) ser solicitado(s)?
a) Ressonância Magnética.
b) Tomografia Computadorizada.
c) Artografia e Tomografia Computadorizada.
d) Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada.
 
30. Com qual técnica é possível observar a fossa ptérigo-maxilar, a parede anterior da fossa temporal, a parede anterior e posterior da apófise piramidal?
a) Towne reversa.
b) Método de Haas.
c) Lateral de crânio.
d) Método de Caldwell.
 
31. Quando se observa uma faixa de maior densidade na região apical dos dentes superiores em uma radiografia panorâmica, provavelmente ocorreu:
a) giro do plano sagital mediano.
b) plano de Frankfurt inclinado para cima.
c) plano de Frankfurt inclinado para baixo.
d) ausência da colocação da língua na região do palato duro.
 
32. Qual seqüência de corte da tomografia computadoizada é necessária para as reconstruções de imagens multiplanares e terceira dimensão?
a) Axial.
b) Sagital.
c) Coronal.
d) Transversal.
 
33. Qual técnica é a mais indicada para avaliação de possível fratura blow-out?
a) Método de Caldwell.
b) Towne Reversa.
c) PA de Waters.
d) AP de Towne.
 
34.Qual técnica é a mais indicada para avaliação de possível fratura do pescoço do côndilo?
a) Método de Caldwell.
b) Towne Reversa.
c) PA de Waters.
d) AP de Towne.
 

Gabarito

01 D  18 C

02 C  19 D

03 C  20 A

04 A  21 C

05 B  22 A

06 B  23 D

07 A  24 A

08 C  25 B

09 D  26 C

10 D  27 B

11 B  28 A

12 C  29 D

13 B  30 B

14 A  31 A

15 B  32 C

16 D  33 B

_____________________________________________________________________________________________________________

 
 
 
 

Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros.

 

OSSOS DA FACE

ANATOMIA RADIOGRÁFICA


Crânio

Além dos oito ossos cranianos descritos, há 14 ossos faciais formando o crânio, ou esqueleto ósseo, da cabeça. Lembre-se de que o crânio inclui a estrutura óssea total da cabeça, que abrange tanto os ossos cranianos quanto os faciais. Os ossos cranianos são novamen­te identificados nesses desenhos para mostrar as relações anatômicas da estrutura total do crânio.

OSSOS FAClAIS (14)

Cada um dos ossos faciais é identificado nos desenhos frontal e lateral, exceto pelos dois ossos palatinos e pelo vômer, os quais se encontram ambos localizados internamente e não são visíveis em um esqueleto seco a partir do exterior. Esses ossos são identificados em desenhos seccionaisOs 14 ossos faciais contribuem para o formato da face de uma pessoa. Além disso, as cavidades das órbitas, nariz e boca são em grande parte constituídas pelos ossos da face. Dos 14 ossos que constituem o esqueleto facial!, apenas dois são ossos únicos. 0s 12 restantes consistem em seis pares de ossos, com ossos semelhantes de cada lado da face.


Ossos da Face

2 Maxilas (maxilar superior), ou ossos maxilares

2 Zigoma, ou ossos zigomáticos

2 Ossos lacrimais

2 Ossos nasais

2 Conchas nasais inferiores

2 Ossos palatinos

1-Vômer (Não são visíveis em desenhos externos do esqueleto)

1-Mandíbula (maxilar inferior)

14-Total

Cada um dos ossos faciais é separado e estudado individualmente, ou como pares, no caso dos seis ossos emparelhados. Após a descrição de cada um desses ossos faciais há uma lista dos ossos adjacentes com os quais eles se articulam, ou com 0s quais eles estão ligados. O conhecimento dessas relações anatômica ajuda a compreender a estrutura do crânio total, ou esqueleto ósseo da cabeça.

Ossos Maxilares Direito e Esquerdos

O primeiro par de 0ssos faciais a ser estudado são as duas maxilas, ou ossos maxilares, que são 0s maiores ossos imóveis da face. O único osso facial maior do que a maxila é o maxilar inferior, ou mandíbula, que é móvel. Todos os outros ossos da área facial superior está intimamente associado com as duas maxilas; logo, eles são estruturalmente os os­sos mais importantes da face superior. 0s ossos maxilares direito e esquerdos são solidamente unidos na linha média abaixo do septo nasal. Cada maxila auxilia na formação de três cavidades

 

 

 

 

 

Bibliografia sugerida

Tratado de posicionamento Radiográfico e Anatomia Associada. K.L. Bontrager e J.P. Lampignano

Técnicas Radiográficas. Antônio Biasoli Jr

Atlas de anatomia Humana. Frank H. Netter, M.D.

Buscas Realizadas em sites da internet.

Atenção

Para visualizar as galerias de fotos no site você deverá estar logado. Caso ainda não tenha uma conta, cadastre-se gratuitamente clicando aqui.

Radiodiagnóstico

Aqui tentamos ajudar em suas pesquisas em radiodiagnostico, sejam bem vindos.

imagem de Faikall26

As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias  de que precisam e, quando não as encontram, as criam....

Leia Mais

Radiação em Foco - Todos os Direitos Reservados

Este site foi feito com Drupal, um sistema aberto de gerenciamento de conteúdo.Divulgar conteúdo